Drones: a mortalidade high tech da videoguerra

Drones: a mortalidade high tech da videoguerra

Marina Rezende, Analista de relcações inteacionais

Marina Revesz, Analista de relcações inteacionais

 

Desde 1996, quando ocorreu o primeiro teste, o uso de drones vem se desenvolvendo e se aprimorando. A ideia da utilização de uma aeronave não tripulada, controlada à distância, é uma novidade no âmbito da guerra e da espionagem que tem trazido grandes avanços. A questão de uma inovação tecnológica não é novidade por si só. A procura pelo aperfeiçoamento de armas e estratégias de guerra sempre existiu, mas não existem dúvidas de que os drones levam esse quesito a um novo patamar. Nesse sentido, essas aeronaves não tripuladas representam não somente uma grande novidade no âmbito da guerra como também na diplomacia, considerando o contexto em que estão inseridas.

A partir de 2001, a política externa dos EUA foi pautada pela guerra ao terror, política de intervenção adotada pelo governo norte-americano em resposta ao ataque às torres gêmeas em 11 de setembro (BUSH, 2001, p.1-5). A força aérea americana tem buscado expandir o uso dos drones, que podem – além de coletar informações e lançar bombas – transportar suprimentos para as tropas dos EUA ainda em combate e proteger as embaixadas americanas nos países de conflito, principalmente no Iraque. Os países mais afetados pelo uso dessa tecnologia são: Iêmen, Somália, Paquistão, Irã, Iraque e Afeganistão. O contexto da guerra contra o terror trouxe uma oportunidade perfeita para utilização e testes de tal técnica, tendo como justificativa o intuito de acabar com os terroristas na região e proteger os soldados americanos.

Cada vez mais e mais drones estão entrando em serviço e sua aplicação pelos militares americanos parece infinita (ZENKO, 2012). Esses aviões não tripulados são utilizados como um método de contrainsurgência à distância, em que membros da força aérea americana os controlam do próprio território americano e através deles vigiam locais, rastreiam áreas, protegem a força armada americana nos locais de combate e até lançam bombas. Tudo isso sem nenhum contato humano direto.

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Assim, como qualquer outra nova tecnologia de guerra, os drones trazem consigo a preocupação da disseminação. Não são apenas os Estados Unidos que estão empenhados no desenvolvimento desses aviões, por mais que não seja novidade a sua liderança nessa tecnologia. São eles os responsáveis por 77% da produção dos drones de reconhecimento e pela aquisição de 69% dos mesmos. Por outro lado, há a estimativa da existência de 680 programas em desenvolvimento pelo mundo. Pode se destacar a China, que já colocou em andamento o desenvolvimento de 25 diferentes tipos de sistemas. O Irã também tem chamado a atenção e já possui um drone com poder de fogo denominado “Embaixador da Morte”, o qual o presidente Mahmoud Ahmadinejad declarou ter como mensagem principal a paz e a amizade (ZENKO, 2012).

A maioria dos drones utilizados pelos EUA exige não somente um piloto em terra, mas também um pelotão de analistas de vigilância, aproximadamente 19 por drone – operadores de sensores e um grupo de manutenção. O número de pessoas envolvidas depende do tamanho do avião; no caso de um “drone predador”, por exemplo, para mantê-lo no ar é necessário um grupo de 168 pessoas. Esse método apresenta não somente uma facilidade considerável de se infiltrar em áreas de interesse de forma rápida e quase imperceptível, mas também uma redução de custo em comparação ao uso de aviões tripulados – US$ 15 milhões para um Global Hawk contra cerca de US$ 55 milhões para um novo F-16 – de acordo com o Escritório de Orçamento do Congresso norte-americano (ZENKO, 2012), apesar do custo dos sensores e do grande número de falhas.

Os drones transformaram a CIA em uma operação de pleno direito paramilitar. No Iraque o controle de “drone strikes” pertence às Forças Armadas norte-americanas, mas no Iêmen, por exemplo, com o qual os EUA não estão em guerra oficialmente, esse controle parte da CIA, que a princípio estaria encarregada de controlar drones militares que não acionam bomba, os ISR (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance) usados para inteligência, vigilância e verificação (HASTINGS, 2012).

Em fevereiro de 2002 a CIA usou, pela primeira vez, um “drone predador” com intuito de matar. O ataque foi no Afeganistão e o alvo era Osama Bin Laden (SIFTON, 2012). Até então a CIA operava os drones com suporte das Forças Armadas americanas. Esse ataque foi o primeiro que não contou com o apoio militar e esteve unicamente sob o comando da Agência de Inteligência americana, separado de qualquer outra operação militar em andamento.

Há, portanto, um questionamento acerca da legitimidade do uso da força letal fora de suas fronteiras pela CIA, uma agência civil norte-americana. As leis internacionais sobre guerra possuem complexas e não tão claras provisões sobre o tema. Sobre essa questão, Philip Alston, relator especial da ONU sobre Execuções Sumárias, Arbitrárias ou Extrajudiciais, declarou que as autoridades norte-americanas deveriam ser mais transparentes sobre os aspectos dos seus programas, caso contrário, o fato de a CIA estar executando um programa que está matando um número significativo de pessoas se tornará uma questão muito problemática, devido à agência não assumir nenhuma responsabilidade legal em termos de direito internacional relevante.

 

Por se tratar de uma tecnologia nova e ainda em experimento, os drones tendem a perder a estabilidade e em diversas vezes são impossíveis de ser rastreados, gerando acidentes e mortes de civis, além de impactos econômicos e sociais no local da colisão. Em dezembro de 2001, um RQ-170 Sentinela de Vigilância caiu no Irã e o oficial americano envolvido no programa culpou um link de dados perdidos e outro mau funcionamento não específico. Duas semanas depois, um drone desarmado caiu em Seychelles (ZENKO, 2012). Os oficiais americanos alegam que motivos para tais quedas seriam: mau tempo, perda de sinal, interrupção da comunicação de link de dados e “fatores de erros humanos”.

David Deptula, chefe da inteligência da força aérea americana, afirma que alguns dos drones que eles têm, hoje em dia, colocados em altitudes elevadas, cairão “como chuva” (ZENKO, 2012). Mesmo em tais condições, o uso de aviões não tripulados vem crescendo e a responsabilidade dos impactos que essas quedas podem gerar cabe em justificativas de falhas técnicas.

Os drones, portanto, não são simplesmente uma nova arma para se lutar em guerras convencionais, mas representam uma forte mudança na abordagem dos conflitos. Apresenta um custo mais baixo por vantagens comparativas e uma forma de matar com riscos quase inexistentes para quem ataca (HUSSAIN, 2012, p.8). Em consequência, levantam menos questões e avaliações no que diz respeito a seus efeitos colaterais, por não haver um diálogo direto e clareza sobre o assunto. A única preocupação ética que se tem é a permanência de vigilantes nas áreas de possíveis ataques, o que não se torna eficaz quando se matam possíveis terroristas por equívoco ou quando a queda de um drone, por um erro humano, mata civis e gera impactos sociais nos locais afetados.

Nesse sentido, a desumanização dessa arma se mostra presente uma vez que a vítima não possui tal tecnologia e desconhece seus impactos, gerando uma guerra desigual devido a tamanha disparidade. Além disso, não há total controle do homem sobre tal ferramenta, mesmo que o governo Obama alegue que se utiliza dela com a consciência das consequências. Não se sabe ao certo o número de inocentes mortos por drones perdidos ou por equívoco de personalidades.

Para uma nova geração de jovens militares, a experiência de pilotar um robô não se diferencia muito de um vídeogame o qual se cresceu jogando. Ao contrário de pilotos tradicionais, que estão fisicamente presentes no avião e voam em direção a um alvo, os operadores de drones matam com o toque de um botão, sem nunca sair de sua base – uma remoção que só serve para dessensibilizar ainda mais a tomada da vida humana. Isso traz maior distanciamento entre o agressor e sua vítima e a relação com as mortes causadas é banalizada. Esse fato da proximidade com jogos que remetem a diversão e infância reintegra o controle psicológico ao qual tais jovens são submetidos.

A gíria militar utilizada para nomear um homem morto por um ataque de drone é “bug splat”, já que ver o corpo através de uma imagem de vídeo granulado verde aparenta um inseto ao ser esmagado. Como o piloto tenente-coronel Matt Martin relata em seu livro Predator, operar um drone é “quase como jogar o jogo Civilization no computador” – algo saído de “um romance de ficção científica”. Depois de uma missão em que ele controlou um drone para atingir uma escola técnica que estava sendo ocupada por insurgentes no Iraque, Martin sentiu-se “eletrificado” e “cheio de adrenalina” e disse que “havia disparado na escola técnica, destruindo porções grandes” e matando “só Deus sabe quantas pessoas” (HASTINGS, 2012, p. 5).

Esse fato exemplifica claramente o uso de uma linguagem cheia de eufemismos e características próprias para acentuar o distanciamento do real, fazendo com que exista a construção de um mundo paralelo no qual só estão inseridos aqueles que lidam com esses fatos e têm um dialeto pertencente a um grupo específico. Passa a existir um mundo diferente, um mundo virtual sem consequências, em que a vida de cidadãos iraquianos, por exemplo, é valorada como a de um personagem vilão de um jogo de computador. Isso faz com que seja possível que militares que manipulam os drones lidem com as mortes e grandes destruições de forma leviana. É um contato quase nulo com as vítimas, em que esses jovens militares nunca percebem o horror que tais ações podem causar.

O governo americano, por sua vez, tenta esconder dados sobre mortes de civis e dá ênfase ao sucesso das operações que envolveram o uso dos drones, como o Sentinela RQ-170, implantado no ataque que matou Bin Laden. O secretário de Defesa Leon Panetta chamou drones de “o único jogo na cidade” (HASTINGS, 2012, p. 6-7). Nesse sentido, é possível identificar uma perda dos termos humanitários in bello. Segundo a teoria da guerra justa, em relação ao jus in bello, os meios empregados na luta devem ser proporcionais aos fins, ou seja, a separação de combatentes e não combatentes é algo essencial e deve ser respeitado. É nesse contexto que o Direito Humanitário é inserido.

Para cada terrorista morto por drones, há uma vítima civil ou outro inocente que perde a vida. O primeiro grande sucesso dos drones – que matou o líder da Al-Qaeda no Iêmen – resultou na morte de um cidadão americano. Mais recentemente, um ataque de drones por forças dos EUA no Afeganistão em 2010 – tendo como alvo uma pessoa errada – matou um conhecido defensor dos direitos humanos, Zabet Amanullah. Os militares dos EUA descobriram que haviam seguido o celular errado por meses, Amanullah foi confundido com um líder do Talibã. Um ano antes, um ataque por drone matou Baitullah Mehsud, líder do Talibã paquistanês, enquanto ele estava visitando seu sogro, e sua esposa morreu junto com ele. Antes desse acontecimento, os EUA já haviam tentado quatro vezes assassinar Mehsud da mesma forma, matando dezenas de civis nas tentativas fracassadas. Ataques por engano matam em média de 35 a 45 civis nas regiões afetadas (HASTINGS, 2012, p. 9).

As operações com os drones, dentro do possível, têm sido mantidas em sigilo, em especial as operadas por agências de inteligência, não só a CIA, mas também outras agências privadas de inteligência. “Há muitas agências e equipes concorrentes, rodeadas por um universo de contratados de inteligência privada, tudo embrulhado em uma penumbra de sigilo” (ENGELHARDT, 2012). Essa prática apresenta um crescimento exponencial, principalmente sob a égide do Pentágono, sendo possível afirmar que a inteligência é agora uma forma dominante de vida em Washington.

 

Aesmagadora maioria dos estadunidenses tem um conhecimento superficial sobre o que se passa nas guerras em que seu país está envolvido. De certo modo essa postura previne maiores oposições nacionais e internacionais, o que possibilita a continuação desse modelo de guerra.

Nesse sentido, é possível atribuir à mídia, e ao controle que o Estado faz dela, uma maneira de alienar, e, dessa forma, distanciar o povo americano do povo iraquiano e afegão. O controle de informações e a manipulação das vias de comunicação são fatores críticos e marcantes no que tange a esse afastamento virtual do agressor com a vítima.

Conforme destacado, o aumento da utilização dos drones encontra-se diretamente ligado à guerra declarada contra o terrorismo, em resposta aos ataques de 11 de setembro de 2001, e a inovação estratégica de guerra provoca, entre outras coisas, uma desumanização da guerra. Esses avanços tecnológicos e seus respectivos paradigmas já nos são comuns – desde o surgimento de canhões que aumentavam as distâncias entre ataque e defesa até armas nucleares que praticamente eliminavam a importância de tal distância. Contudo, o que realmente nos parece ser novo é a utilização desses drones – tecnologia virtual em um contexto de um imperativo ético de reforma democrática.

A invasão do Iraque foi iniciada em março de 2003 e se realizou por comando do então presidente americano George W. Bush, em uma aliança internacional com apoio, principalmente, britânico, que ficou conhecida como a Coalizão. O pretexto da ocupação, inicialmente, era o de achar armas de destruição em massa que, supostamente, o governo iraquiano teria em estoque. Cabe ressaltar que a invasão não teve aprovação do Conselho de Segurança da ONU, mas com o apoio dos então chefes de Estado da Itália, Espanha, Portugal e Reino Unido, a não aprovação da ONU foi ignorada e a operação prosseguiu. Após um ano sem encontrar nenhuma arma de destruição em massa, o presidente Bush mudou o discurso, afirmando que a ocupação fazia parte da libertação de países e da promoção da Democracia e da Paz Mundial. Um dos resultados da invasão foi a dissolução do governo do partido Baath e a consequente retirada de Saddam Hussein do poder, capturado em dezembro de 2004.

Existem diversas interpretações sobre os reais interesses por traz dessa investida, entre elas a da autora Naomi Klein. A autora sustenta a tese de que a invasão seria uma forma de expansão do capitalismo, e que por traz desse movimento existe uma linha política, liderada por Thomas Friedman e seus seguidores da Escola de Chicago. Estes argumentam que o déficit de democracia e a não presença do sistema de livre mercado nos países mulçumanos criariam um ambiente para o surgimento de terroristas. Após o ataque de 11 de Setembro, esses teóricos concordaram com a necessidade de intervenção no Oriente Médio, restando apenas saber por onde começar.

O Iraque, em especial, apresentava características muito atraentes. Além das enormes reservas de petróleo, a sua localização central seria ótima para a instalação das bases militares. A familiaridade com o local resultante da experiência na Guerra do Golfo, o ódio já existente da população em relação ao seu então líder Saddam por conta da utilização de armas químicas deste contra o seu povo e, por fim, as condições fragilizadas em que se encontrava o exército iraniano, dadas as sanções e inspeções de armas pelas Nações Unidas, geravam um cenário vantajoso.

 

Os EUA pretendiam transformar o Iraque em um “Estado modelo”, como declara Thomas Friedman, “um modelo diferente no coração do mundo árabe e mulçumano (…) que desencadearia uma série de ondas democráticas e liberais por toda a região” (KLEIN, 2007), derrubando os regimes autoritários e os substituindo por democracias em seu pacote completo: democracia, livre mercado e eleições.

Naomi Klein argumenta que o método utilizado foi o “Choque de Pavor”, que consistiria em ataques físicos e psicológicos combinados. Estes teriam início mesmo antes dos ataques – pelo terror psicológico da ameaça da invasão que se realizaria por meio da mídia, esta teve um importante papel no terror psicológico –, o que seria um esquema para derrubar completamente qualquer ímpeto de resistência. Uma das principais afirmações da autora é que os Estados Unidos não pretendiam reconstruir o Iraque e sim “zerar” esse e construir um novo, que atendesse melhor e mais facilmente aos interesses capitalistas americanos, criando uma nova fronteira para as suas empresas.

Podemos afirmar que o projeto não foi completamente bem-sucedido do ponto de vista norte-americano, e que, em uma análise da situação atual, a população iraquiana também não se encontra em situação melhor do que antes do momento da invasão. Como exposto por Naomi, “Nas análises acerca da guerra do Iraque, com frequência a conclusão é de que a invasão foi um sucesso, mas a ocupação foi um fracasso” (KLEIN, 2007). A política externa norte-americana realmente foi um fracasso, tendo em mente seu objetivo de exterminar o terrorismo. Muitos autores argumentam que, na verdade, tal política apenas fortaleceu o terrorismo, argumento que nos traz de volta a questão dos drones.

A estratégia americana de um ataque rápido e certeiro – “bombardeios militares relâmpagos acrescidos de operações psicológicas elaboradas, seguidos de um programa de terapia de choque econômico e político mais rápido e radical do que foram tentados em qualquer outro lugar” (KLEIN, 2007) – se mostrou ineficiente. A falta de um programa efetivo de inteligência pode ser apontada como uma das principais falhas da estratégia estadunidense. Uma comprovação empírica da falta de desenvolvimento de um programa de solo é o fato de que dos 67 mil presos acusados de terrorismo, 70% consistiam em engano. Dados que sustentam, por sua vez, além de todos os outros motivos que possibilitassem revolta, o argumento de que os Estados Unidos apenas fortaleceram o terrorismo. Logo, a política de afastamento dos Estados Unidos de seus alvos se mostra reincidente, e os drones reafirmam tal tendência.

A questão do processo de tornar virtuais os meios de guerra traz novos questionamentos. Urge a necessidade da atualização das teorias de guerra, dado que as existentes não alcançam as problemáticas advindas dessa nova tecnologia, sendo, também, conveniente a busca por novos métodos para abordar de forma mais eficaz o tema e, principalmente, a formulação de leis internacionais específicas que regulamentem a utilização desses aviões.

Por mais que as condições e características das guerras representem uma novidade, ainda se está lidando com questões de política e diplomacia. Porém, aparentemente a preocupação em desenvolver o aprimoramento dessas tecnologias, que operam no cenário internacional como multiplicador de forças das principais potências, parece muito menor do que a de desenvolver meios que descartem o uso da força.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

 

ALSTON, Philip. UN Rights Expert Voices Concern Over Use of Unmanned Drones by United States. Nova York: UN News Center, 28/10/2009. Disponível em <http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=32764&Cr=alston&Cr1=#.UGNeOLJmQmx>. Acesso em: 19/9/2012.

BUSH, George W. O discurso de Bush no Congresso dos EUA. Folha de São Paulo, 21/9/2001, São Paulo.

ENGELHARDT, Tom. Washington, capital da guerra perpétua. Mirante, 13/7/2012. Disponível em <http://revistamirante.wordpress.com/2012/07/13/washington-capital-da-guerra-perpetua>. Acesso em: 20/9/2012.

HASTINGS, Michael. The Drones Wars. Rolling Stone, 26/4/2012.

HUSSAIN, Murtaza. Is Drone War Moral? Salon, 6/8/2012.

KLEIN, Naomi. A doutrina do choque: A ascensão do capitalismo de desastre. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

SIFTON, John. Drones A Troubling History: Cover story. The Nation, 27/2/2012.

ZENKO, Micah. 10 Things You Didn’t Know About Drones: When drones were created, how they’re used, and what their future looks like. Foreign Policy, mar. 2012.

 

 

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