O ritmo do envio dos insumos para a produção de vacinas é apenas um aspecto importante das relações entre a China e o Brasil. Economia que mais cresceu em 2020, o gigante asiático aprovou seu 14º Plano Quinquenal em outubro, com metas ambiciosas para 2021-25 e objetivos de desenvolvimento até 2035. Mas quais são os impactos das novas diretrizes chinesas para a economia brasileira e o cenário geopolítico mundial?

As respostas serão apresentadas por Paulo Esteves, professor do Instituto de Relações Internacionais e vice-decano de Desenvolvimento e Inovação da PUC-Rio, e Tatiana Prazeres, senior fellow na Universidade de Negócios Internacionais e Economia, em Pequim, e colunista na Folha de São Paulo.